Amigos da Arte e Cultura

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

EMBATE PSICOLÓGICO EM UM FERMENTO INTELECTUAL


| Por: Raquel Crusoé Loures de Macedo Meira

Em um desses domingos calmos e relaxantes, assisti o filme “Quando Nietzsche Chorou”. O paralelo entre ficção e realidade apresentado com personagens históricos como Josef Breuer, à luz da verdade um dos pais da psicanálise, Sigmund Freud ainda jovem, e o filósofo Friedrich Nietzsche, me fez sentir muita vontade de conhecer também o livro . Busquei e pude encontrá-lo com o mesmo nome na Editora Ediouro.

Romance de estréia de Irvin Yalom, psicoterapeuta e professor de psiquiatria na Universidade de Stanford, é muito bem escrito e possui todas as formas habilmente variadas de manter o leitor concentrado na trama.

Com muita voracidade, consegui ler em um único fôlego, este livro que trata de um possível começo da psicanálise de forma séria e profunda,e que tem como pano de fundo, o fermento intelectual da Viena do século XIX. Momentos de tensão, angústia e relaxamento muito bem distribuídos entre os capítulos, não me deixaram parar de ler até virar a ultima página.

O embate psicológico entre o Dr. Breuer e o poderoso e reservado Friedrich Nietzsche, faz imperdível este grande romance inteligente.

2 comentários:

  1. Raquel, minha querida, vi apenas o filme; que achei muito bom. Pelo seu comentário acho que deveria ler o livro também. Na verdade, é um lugar e uma época (Áustria, Viena, segunda metade do século XIX) de interesse inesgotável, daí o motivo de tantas obras ainda derivarem desse período. E dizer que, logo adiante, eclodiriam as duas maiores tragédias humanas: as duas grandes guerras mundiais. Beijos
    Teresa Peres

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  2. Amiga Raquel achei muito interessante o seu blog. Pouco entendo de música e folclore, mas me interesso é claro. Sou de uma cidade que tem um rico folclore, São Luiz do Paraitinga, terra do compositor Elpídio dos Santos. Quanto ao livro "Quando Nietzsche chorou", ainda não o li, só assisti à um filme que tem o mesmo título, inclusive bastante interessante. Por outro lado ainda não li o livro, mas pretendo fazê-lo em breve. Obrigado pelo convite. Um abraço do amigo!

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