segunda-feira, 31 de agosto de 2009
O quadro Independência ou Morte, de Pedro Américo
| Por: Raquel Crusoé Loures de Macedo Meira
Um dos fatos históricos mais relevantes do nosso país, é a Independência, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política.
Anteriormente, muitas tentativas ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar como exemplo mais conhecido, o de Tiradentes, que foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante a famosa Inconfidência Mineira.
A nossa primeira aproximação com a Independência do Brasil acontece nos livros de escola, quando vemos a pintura de Pedro Américo, “O Grito do Ipiranga”, finalizada em 1888, já no final do Segundo Reinado.
Esta tela, Independência ou Morte, de Pedro Américo, também conhecida como Grito do Ipiranga, é um símbolo da proclamação da Independência do Brasil, que é comemorada em 7 de setembro.A imagem, no entanto, não é exatamente uma fotografia do momento em que D. Pedro I recebeu a carta que o deixou irado e o levou a pronunciar a famosa frase: “Independência ou Morte”.
Enquanto a Independência do Brasil foi proclamada em 1822, Pedro Américo só foi terminar de pintar o quadro em 1888, em Florença, na Itália, encomendado por D. Pedro II, um grande incentivador da cultura e da arte na história do Brasil. Nesta época, o Imperador investia na construção do Museu do Ipiranga, hoje oficialmente chamado Museu Paulista, que fica em São Paulo (SP).
Pedro Américo foi um pintor histórico. Ele não estava presente no momento em que ocorreu o fato. Assim, Independência ou Morte ou o Grito do Ipiranga, é um quadro simbólico, como várias outras pinturas históricas espalhadas pelo mundo.
domingo, 30 de agosto de 2009
Steven Spielberg compra os direitos para cinema de “ Pirate Latitudes”

Steven Spielberg, o grande realizador cinematográfico, adquiriu os direitos para cinema de Pirate Latitudes, o livro póstumo do escritor americano Michael Crichton, que morreu em novembro de 2008, aos 66 anos.
Spielberg já dirigiu as adaptações de Parque Jurássico e O Mundo Perdido, da autoria de Crichton.
A história de Pirate Latitudes ambienta-se em 1655 e gira em torno de um ambicioso plano de infiltração da rica cidade de Port Royal, para roubar um galeão espanhol cheio de tesouros. Spielberg deverá produzir e assinar a versão cinematográfica do livro.
"Michael Crichton era um dos nossos maiores contadores de histórias, que expandiu as imaginações de todos nós com os seus livros", disse Steven Spielberg, citado pela BBC. "Com as séries Serviço de Urgência e Parque Jurássico, pude ter uma das melhores colaborações da minha carreira. Agora, com Pirate Latitudes, tenho a oportunidade de ficar entusiasmado com a possibilidade de levar à tela este novo livro de Michael Crichton."
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
O GRUPO VOCAL
l Por: Isabel Rebello de Paula
Uma das mais gratas iniciativas entre muitas, no ano em que se comemorou o 50º aniversário do Rotary Club de Montes Claros, foi o surgimento do Coral.
No início, um pequeno grupo, reunido pela presidente representativa, que ao receber os rotarianos e suas esposas, em sua casa, para a confraternização de Natal, quis que ali se manifestasse, ao vivo, o espírito natalino cristão, a fraternidade e a alegria.
Encontrou um grupo que já gostava de cantar – alegres trovadores de fim de festa – que abraçaram com prazer a idéia de tornar mais rica e alegre a convivência no clube. Mônica, Célia, Rita, Dayse, Raquel – ah! A indispensável Raquel, que escolheu o repertório, impôs disciplina e ensaiava a turma – o Marcos, o João Walter e a Mercêsinha, o Osvaldo Gauto, o próprio presidente Luiz de Paula e eu.
Cada ensaio, à noite e em segredo – era preciso manter a surpresa para o Natal – se transformava numa festa na casa de Osvaldo e Raquel.
E o Natal de 1995 chegou. Árvore enfeitada, o Menino Jesus em sua mangedoura, a casa cheia de convidados, o grupo se apresentou pela primeira vez. Lá fora a chuva caia forte. Do alto da escada, para que todos pudessem ver e ouvir, entoávamos o Adeste Fidelis, O Natal Existe, e Noite Feliz, precedidos por White Christmas, em dueto do João Walter e Mercêsinha.
Ao final da apresentação, em surpresa, descendo a escada em passos vagarosos, de mãos dadas, o grupo cantou Amigos para Sempre, acompanhado por todos os presentes.
Confraternização, sensibilidade, alegria: nosso objetivo foi plenamente alcançado. E a semente floresceu. Novos componentes foram se juntando ao grupo e novas apresentações aconteceram. Em janeiro, na Festa de Boas Vindas do Rotary Club Leste à Casa do Rotariano. E em março, na Festa da Casa da Amizade.
O Coroal(*), apelido carinhoso com que o grupo se batizou na intimidade, já se tornava conhecido e admirado. E então a Raquel decidiu que o nosso grupo cantaria na Missa em Ação de Graças pelo Cinquentenário.
Novas vocações continuaram a aparecer, novos talentos foram se revelando nos ensaios que se tornaram mais e mais freqüentes. Classificação de vozes – soprano aqui, contralto ali, tenores e barítonos e novas partituras escolhidas por Raquel. Da Capo! Todos de pé! Disciplina e rigor. Saindo do trabalho diretamente para o ensaio na casa da Mônica. Do ensaio correndo para a Faculdade. E mais regente. Quando Raquel se daria por satisfeita? Não tão fácil, certamente, pois ao primeiro elogio feito à Pompa e Circunstância, de Sir Edward Elgar, parece que a fama e o estrelismo subiram à cabeça de cada um e houve uma desafinação geral. Da Capo !
Quando pensávamos estar tudo bem, Raquel pontificava: vocês aprenderam a música, agora vamos aprender a cantar e a apurar a qualidade da voz. Todos de pé. Atenção a pronúncia correta do Tochter Zion, de Haendel.
Apreensivos, cada um pesando sua responsabilidade. Conseguimos finalmente fechar o Magníficat.
E a noite do dia 19 de abril chegou. Todos impecáveis com cópias novas das partituras na pasta, substituindo a dos ensaios, demasiadamente manuseadas.
Missa de Ação de Graças pelo 50º aniversário do Rotary Club de Montes Claros e da chegada de Rotary ao Norte de Minas Gerais.
Com as gratas presenças do governador Elmon Dinelli e sua esposa Wanda, Luiz Pires e Vera, todos os presidentes dos clubes da cidade e suas esposas, autoridades e convidados, o “Grupo Vocal do Rotary Club Montes Claros” se apresentou. Encheu de vozes, de pompa e júbilo, a Catedral, os ouvidos e os corações de todos os presentes.
E cantava enquanto pombos eram soltos e voavam pela cúpula da igreja. E cantava enquanto era aplaudido pelos presentes e cantava enquanto as bandeiras, solenemente saíam em cortejo e os convidados, a contragosto, se retiravam da igreja.
Ano da graça de 1996. Ano do 50º aniversário da chegada de Rotary ao Norte de Minas. Ano do aparecimento do Grupo Vocal do Rotary Club de Montes Claros.
(*)COROAL: Coral de Coroas

REVISTA IRUMOARA Nº 104
EDIÇÃO ESPECIAL DO “JUBILEU DE OURO” DO ROTARY CLUB DE MONTES CLAROS
Montes Claros – Junho de 1996 - pag. 49
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Museu Picasso de Paris fechou as portas para restauração

No dia 23 de agosto, o Museu Picasso de Paris fechou as suas portas para importantes obras de restauração previstas até 2011. Quem foi visitar o museu neste último domingo, último dia antes do início da restauração, não precisou pagar pelo ingresso.
O Museu Picasso está situado no Marais em Paris, um bairro histórico que conheceu seus dias de glória entre o fim do século XVI e o começo do XVIII, quando o rei Henri IV construiu a Place Royale, hoje a Place des Vosges. Nesta época, a aristocracia instalou seus palácios em torno da morada real.
Um destes palácios, o Hotel Salé construído em 1659, se transformou no Museu Picasso, onde abriga o mais importante acervo sobre Pablo Picasso no mundo. Além de pinturas, há esculturas, obras em cerâmica, gravuras e desenhos do artista espanhol. O museu conta também com trabalhos de alguns artistas admirados por Picasso, como os franceses Henri Matisse e Paul Cézanne. A coleção foi doada pelos herdeiros de Picasso após a sua morte, em 1973.

Incluindo a digitalização, a renovação inclui também a restauração do acervo, além de obras de modernização do interior de parte do edifício, orçadas em 20 milhões de euros.
O arquiteto Jean-François Bodin foi escolhido pelo Ministério da Cultura da França como responsável pelo projeto de modernização da instituição. Bodin participou também do projeto de reforma do Centro Pompidou, entre 1996 e 2000, um dos museus mais importantes de Paris.
MÔNICA FURTADO, MINHA QUERIDA...
I Por: Raquel Crusoé Loures de Macedo Meira
Minha? Não! Do ROTARY CLUBE DE MONTES CLAROS, ou melhor, de todos os Rotarys.
Sim prezadas companheiras, a nossa Mônica talvez seja o nosso maior patrimônio e é por isto que as Senhoras da Casa da Amizade do Rotary Clube de Montes Claros aproveitam este momento tão especial para esta homenagem.
O Rotary Clube de Montes Claros, com os seus 52 anos, se curva diante desta companheira, desta amiga rotariana de coração e por convicção.
Sim minha querida Mônica – peço a autorização de dizer ”minha”, como dizia a minha mãe, tão carinhosamente chamada por você de vovó Nenenzinha: “ a Mônica não parece gente deste mundo...parece mais uma fadinha, destas de contos de fadas e de histórias da carochinha”.
Fada sim, por onde você passa, fica um rastro de luz...
Você Mônica, criou uma história de “Como amar Rotary”, tenho certeza que muitas das senhoras aqui presentes, estão no Rotary, aprenderam a amar Rotary e trabalham de coração pelo ideal Rotário, porque freqüentaram e freqüentam a sua escola.
Você querida amiga, companheira, senhora da Casa da Amizade pelo Rotary Clube de Montes Claros, rotariana do Rotary Clube de Montes Claros Sul, Presidente da Casa da Amizade 96/97 e Governatriz 98/99, nos enche de orgulho – você é a nossa referência, a referência de todas as senhoras da Casa da Amizade.
Você foi o maior presente dos céus para a nossa região e, tenha a certeza, de que você construiu uma história de amor e de solidariedade nestes Montes Claros.
Os meus agradecimentos ao Governador Marcos Teixeira por ter viabilizado este plano de Deus. Com o Maurício e o Marcelinho, vocês construíram uma família linda e conseguiram, por aqui enraizar emocionalmente esta fadinha dos contos da carochinha. Obrigada de coração!
Mônica, querida irmã, que me perdoe a Ethel, quero neste momento, em nome das Senhoras da Casa da Amizade do Rotary Clube de Montes Claros, parabenizá-la pelo aniversário e agradecer pelo carinho, pelo companheirismo, e pelo exemplo de vida.
Que Deus ilumine você e Marcos nesta nova jornada – GOVENADORIA 98/99.
Raquel Crusoé
PRESIDENTE REPRESENTATIVA DO ROTARY CLUBE DE MONTES CLAROS - DISTRITO 4760 – GESTÃO 97/98
_________________________________________________________
Mônica querida, os anos passaram, mas o afeto, a emoção, e o carinho serão eternos. Que Deus lhe ilumine sempre e que esta generosidade tão característica em você, permaneça como uma luz para muitos. Um grande beijo. Raquel
Minha? Não! Do ROTARY CLUBE DE MONTES CLAROS, ou melhor, de todos os Rotarys.
Sim prezadas companheiras, a nossa Mônica talvez seja o nosso maior patrimônio e é por isto que as Senhoras da Casa da Amizade do Rotary Clube de Montes Claros aproveitam este momento tão especial para esta homenagem.
O Rotary Clube de Montes Claros, com os seus 52 anos, se curva diante desta companheira, desta amiga rotariana de coração e por convicção.
Sim minha querida Mônica – peço a autorização de dizer ”minha”, como dizia a minha mãe, tão carinhosamente chamada por você de vovó Nenenzinha: “ a Mônica não parece gente deste mundo...parece mais uma fadinha, destas de contos de fadas e de histórias da carochinha”.
Fada sim, por onde você passa, fica um rastro de luz...
Você Mônica, criou uma história de “Como amar Rotary”, tenho certeza que muitas das senhoras aqui presentes, estão no Rotary, aprenderam a amar Rotary e trabalham de coração pelo ideal Rotário, porque freqüentaram e freqüentam a sua escola.
Você querida amiga, companheira, senhora da Casa da Amizade pelo Rotary Clube de Montes Claros, rotariana do Rotary Clube de Montes Claros Sul, Presidente da Casa da Amizade 96/97 e Governatriz 98/99, nos enche de orgulho – você é a nossa referência, a referência de todas as senhoras da Casa da Amizade.
Você foi o maior presente dos céus para a nossa região e, tenha a certeza, de que você construiu uma história de amor e de solidariedade nestes Montes Claros.
Os meus agradecimentos ao Governador Marcos Teixeira por ter viabilizado este plano de Deus. Com o Maurício e o Marcelinho, vocês construíram uma família linda e conseguiram, por aqui enraizar emocionalmente esta fadinha dos contos da carochinha. Obrigada de coração!
Mônica, querida irmã, que me perdoe a Ethel, quero neste momento, em nome das Senhoras da Casa da Amizade do Rotary Clube de Montes Claros, parabenizá-la pelo aniversário e agradecer pelo carinho, pelo companheirismo, e pelo exemplo de vida.
Que Deus ilumine você e Marcos nesta nova jornada – GOVENADORIA 98/99.
Raquel Crusoé
PRESIDENTE REPRESENTATIVA DO ROTARY CLUBE DE MONTES CLAROS - DISTRITO 4760 – GESTÃO 97/98
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Mônica querida, os anos passaram, mas o afeto, a emoção, e o carinho serão eternos. Que Deus lhe ilumine sempre e que esta generosidade tão característica em você, permaneça como uma luz para muitos. Um grande beijo. Raquel
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
EMBATE PSICOLÓGICO EM UM FERMENTO INTELECTUAL
| Por: Raquel Crusoé Loures de Macedo Meira
Em um desses domingos calmos e relaxantes, assisti o filme “Quando Nietzsche Chorou”. O paralelo entre ficção e realidade apresentado com personagens históricos como Josef Breuer, à luz da verdade um dos pais da psicanálise, Sigmund Freud ainda jovem, e o filósofo Friedrich Nietzsche, me fez sentir muita vontade de conhecer também o livro . Busquei e pude encontrá-lo com o mesmo nome na Editora Ediouro.
Romance de estréia de Irvin Yalom, psicoterapeuta e professor de psiquiatria na Universidade de Stanford, é muito bem escrito e possui todas as formas habilmente variadas de manter o leitor concentrado na trama.
Com muita voracidade, consegui ler em um único fôlego, este livro que trata de um possível começo da psicanálise de forma séria e profunda,e que tem como pano de fundo, o fermento intelectual da Viena do século XIX. Momentos de tensão, angústia e relaxamento muito bem distribuídos entre os capítulos, não me deixaram parar de ler até virar a ultima página.
O embate psicológico entre o Dr. Breuer e o poderoso e reservado Friedrich Nietzsche, faz imperdível este grande romance inteligente.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
... EMOÇÕES DE AGOSTO ...

l Por: JÚNIA NEIVA DE MELO FRANCO E SILVA ( 1990 )
Chegou agosto !
Tem alguma lembrança em meu coração ... lembrei- me ... são as festas de Montes Claros!
Daquí a pouco começarei a ouvir aqueles sons que me trazem ao passado, junto com entes queridos da minha família quando, ainda muito menina, saía correndo pela rua afora, procurando onde estavam aqueles sons que me tocavam fundo n’alma.
Lá estavam eles: os catopês, os marujos e os caboclinhos, saltitando felizes para saudar os seus santos. Coloridos, enfeitados, elegantemente vestidos, entoavam e tocavam com muita fé e amor.
Passado, tradição, folclore, preservando a cultura de um povo.Fatores intimamente ligados à cultura e a sentimentos humanos, fazem das festas de agosto, uma emoção sem precedentes para nós, expectadores.
O folclore, seus personagens e suas lendas encontram-se logo ali, nos catopês, marujos e caboclinhos.É o interior de qualquer região, de qualquer estado, de qualquer lugar onde haja gente preservando a tradição para as futuras gerações.
__________________________________________________________
- Júnia, agora encantada, deixou um legado de talento, emoção e bem querer .
Um recadinho:
Junô, acordei pensando em você mais que de costume. Diariamenete, você sabe que está presente em nosso coração,porém hoje, ao buscar alguns escritos, me deparei com este seu texto sobre as festas de agosto. Senti o seu lindo e encantador sorriso no ar.Tive a certeza do que você queria e, até posso imagina-la comentando isto por aí com a Nenza, como carinhosamente tratava a minha mãe.Portanto, aí está !
De onde você estiver...
SALVE MINHA IRMÃZINHA DO CORAÇÃO !
( Repetindo o seu falar)
SALVE FESTAS DE AGOSTO !
SALVE MINHA ALUNA, IRMÃ E COMPANHEIRA DE JORNADA
E EMOÇÃO !!!!!!!
Vamos cantar ?
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
DESVENDADO O MISTÉRIO SOBRE A MORTE DE MOZART, O GÊNIO DA MÚSICA
l Por: RAQUEL CRUSOE LOURES DE MACEDO MEIRA
O mundo acordou com a notícia de que a Universidade de Amsterdã, após estudos, finalmente afirmou ter desvendado um dos maiores mistérios que intrigou a humanidade por séculos, a causa da morte do grande fenômeno, o brilhante compositor clássico, Mozart,(1756-1791)
Segundo a Agência Reuters (New York), “a morte do compositor Wolfgang Amadeus Mozart aos 35 anos de idade, pode ter sido causada por complicações provenientes de uma inflamação de garganta, de acordo com um estudo holandês divulgado na segunda-feira” e, de acordo com Il Tempo online, “um tratamento com antibióticos, se os houvesse na altura, teria evitado a morte de Mozart, devido, segundo investigadores holandeses, a infecção bacteriana desencadeada por inflamação na garganta”.
Nascido em Salzburg na Áustria em meados do século XVII, Johann Chrysostom Wolfgang Amadeus Mozart, um jovem dotado de extremo talento, se transformou em um dos principais ícones musicais de todos os tempos.
Logo após seu falecimento, inúmeras histórias começaram a circular sobre as causa da sua morte.
Surgiram várias versões e, entre elas a de que ele teria sido envenenado por Antonio Salieri, que ainda em vida teve de conviver com as acusações de assassinato.Enquanto lúcido, Salieri as negou veementemente, porém à beira da morte, quando tentou suicídio, em delírios, chegou a confessar ser realmente o assassino de Mozart.
Registrado na certidão de óbito de Mozart, a causa da morte do músico foi a febre Frieselfieber, porém desde então, tem-se especulado sobre envenenamento, sífiles, febre reumática, insuficiência renal, tuberculose e etriquinose, que é uma doença parasitária causada pela ingestão de comida crua ou carne de porco pouco cozida.
Agora, finalmente depois de séculos, os estudos da Universidade de Amsterdã vem esclarecer toda esta situação polêmica.
"Nossos descobrimentos sugerem que Mozart foi vítima de uma epidemia de inflamação de garganta que foi contraída por muitos cidadãos vienenses no mês de sua morte, e que Mozart foi uma das dezenas de pessoas em que a epidemia desenvolveu um tipo de complicação no rim que é mortal", disse à Reuters o pesquisador Richard Zegers, da Universidade de Amsterdã na Holanda.
O mundo acordou com a notícia de que a Universidade de Amsterdã, após estudos, finalmente afirmou ter desvendado um dos maiores mistérios que intrigou a humanidade por séculos, a causa da morte do grande fenômeno, o brilhante compositor clássico, Mozart,(1756-1791)
Segundo a Agência Reuters (New York), “a morte do compositor Wolfgang Amadeus Mozart aos 35 anos de idade, pode ter sido causada por complicações provenientes de uma inflamação de garganta, de acordo com um estudo holandês divulgado na segunda-feira” e, de acordo com Il Tempo online, “um tratamento com antibióticos, se os houvesse na altura, teria evitado a morte de Mozart, devido, segundo investigadores holandeses, a infecção bacteriana desencadeada por inflamação na garganta”.
Nascido em Salzburg na Áustria em meados do século XVII, Johann Chrysostom Wolfgang Amadeus Mozart, um jovem dotado de extremo talento, se transformou em um dos principais ícones musicais de todos os tempos.
Logo após seu falecimento, inúmeras histórias começaram a circular sobre as causa da sua morte.
Surgiram várias versões e, entre elas a de que ele teria sido envenenado por Antonio Salieri, que ainda em vida teve de conviver com as acusações de assassinato.Enquanto lúcido, Salieri as negou veementemente, porém à beira da morte, quando tentou suicídio, em delírios, chegou a confessar ser realmente o assassino de Mozart.
Registrado na certidão de óbito de Mozart, a causa da morte do músico foi a febre Frieselfieber, porém desde então, tem-se especulado sobre envenenamento, sífiles, febre reumática, insuficiência renal, tuberculose e etriquinose, que é uma doença parasitária causada pela ingestão de comida crua ou carne de porco pouco cozida.
Agora, finalmente depois de séculos, os estudos da Universidade de Amsterdã vem esclarecer toda esta situação polêmica.
"Nossos descobrimentos sugerem que Mozart foi vítima de uma epidemia de inflamação de garganta que foi contraída por muitos cidadãos vienenses no mês de sua morte, e que Mozart foi uma das dezenas de pessoas em que a epidemia desenvolveu um tipo de complicação no rim que é mortal", disse à Reuters o pesquisador Richard Zegers, da Universidade de Amsterdã na Holanda.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
BAILANDO COM A MENTE...

I Por: RAQUEL CRUSOÉ LOURES DE MACEDO MEIRA
Ontem, brincando com lembranças, imagens de um Liszt espirituoso acabou por tomar todos os meus pensamentos e, como consequência, em um impulso, foram aqui registradas.
Neste bailado de memórias, entrei na máquina do tempo e, de repente me senti com os meus dezesseis ou dezessete anos, época em que, orgulhosamente, a minha mãe oferecia a todos os visitantes, como brinde e oferta da casa, a minha execução ao piano da famosa Rapsódia Húngara nº 02 de Liszt.
Que tempo lindo! Tínhamos aulas de piano com um anjo chamado Maria Ignês Maciello de Paula que, generosamente encaminhava os seus alunos para um outro anjo chamado Marina Lorenzo Fernandez, que também por sua vez, nos fazia viajar de trem de ferro ou de ônibus para Belo Horizonte, em uma estrada ainda não totalmente asfaltada, para aperfeiçoarmos a nossa técnica pianística com o Professor Pedro de Castro, então mui digno Diretor do Conservatório em Belo Horizonte.
Leveza de ser, de pensar, de agir. Era mesmo uma confraria. Todos por um e um por todos. Éramos uma família harmônica tradicional em todos os sentidos. Nenhuma dissonância hoje perfeitamente aceitável e natural, marcava presença naquele clã deliciosamente aconchegante.
Esta atitude da minha mãe, na verdade era fruto da uma orientação dos mestres do piano e que ela levava muito a sério. Precisávamos sempre de uma platéia para aprendermos a lidar com a emoção diante do público.
Ah... a minha mãe ! A Dona Nenzinha se encantava com a Rapsódia nº 02 e, como um pavão, assistia a sua filhotinha fazer malabarismos sobre o teclado para o encantamento de todos, pois esta peça é a segunda e mais famosa obra de um conjunto de 19 rapsódias compostas por Liszt e que atingiu grande popularidade, por permitir ao pianista revelar e explorar todo o virtuosismo característico da escola romântica.
Consiste esta técnica, na repetição de uma nota seguida de sua oitava superior e, posteriormente, numa nova repetição da mesma nota. A rapsódia que começa com um “Lento a capriccio”, segue com um “Andante maestoso” no "Lassan",para depois na “Friska”, em um "Vivace" não menos virtuosístico, com os seus saltos tanto na mão esquerda como na direita, exigir grande reflexo do instrumentista, com a célula rítmica colcheia pontuada / semicolcheia.
Não apenas em nossa casa, esse colosso pirotécnico, arrebatado e hilariante, era também sempre importante para um “gran finale” nos concertos e recitais.
Insistentemente, a imagem linda da minha mãe, enérgica porém sutil, generosa, mas sempre muito firme, baila em minha mente, ao som cigano de todo o talento e vivência húngara de Liszt.
Quantas saudades mamãe...
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
HUMOR E CURIOSIDADES NOS DOMÍNIOS MUSICAIS
FRANZ LISZT (1811 - 1886)
- Em alguma conversa, o czar Nicolau da Rússia disse que, duas coisas em Liszt ele definitivamente não apreciava: o seu cabelo comprido e as suas opiniões políticas.
- Liszt sabendo disso, mandou a seguinte resposta ao czar: diga ao czar que, quanto ao meu cabelo, deixei-o crescer em Paris e só em Paris o cortarei। Quanto a idéias políticas, não as tenho e quando as possuir, só as direi quando tiver 300 mil baionetas à minha disposição.
_______________
- Franz Liszt tocava piano na presença do czar Nicolau que, em vez de ouvi-lo, conversava em voz alta com um dos convidados.
- Liszt parou de tocar e levantou-se do piano. O czar admirado perguntou-lhe porque havia interrompido.
Respondeu-lhe o famoso pianista e compositor:
- Quando o czar fala, todos os outros se devem calar.
- Franz Liszt tocava piano na presença do czar Nicolau que, em vez de ouvi-lo, conversava em voz alta com um dos convidados.
- Liszt parou de tocar e levantou-se do piano. O czar admirado perguntou-lhe porque havia interrompido.
Respondeu-lhe o famoso pianista e compositor:
- Quando o czar fala, todos os outros se devem calar.
________________
Ainda na Rússia, onde Liszt não era bem visto por suas opiniões democráticas, incompatíveis com os dirigentes daquela terra,um general russo com a sua arrogância característica, perguntou a Liszt: o senhor nunca esteve em uma batalha ?
Liszt respondeu-lhe: não, e o senhor general nunca tocou piano.
Ainda na Rússia, onde Liszt não era bem visto por suas opiniões democráticas, incompatíveis com os dirigentes daquela terra,um general russo com a sua arrogância característica, perguntou a Liszt: o senhor nunca esteve em uma batalha ?
Liszt respondeu-lhe: não, e o senhor general nunca tocou piano.
sábado, 15 de agosto de 2009
Festas de agosto de 1987 – Montes Claros – MG
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
FOLCLORE – COM O PENSAMENTO NA MAGIA DO CANTO DO POVO

l Por:RAQUEL CRUSOE LOURES DE MACEDO MEIRA
O Folclore é um ramo da Antropologia Cultural. É a ciência que estuda o “modo de ser” do povo, sua maneira de pensar, de agir e de sentir. É o estudo da feição nacional nas suas bases profundas e mais características. O termo FOLCLORE foi criado a 22 de agosto de 1846 pelo arqueólogo inglês William John Thomas. Além de muito sonoro, em sua síntese engloba o objetivo principal do estudo: FOLK ( povo) e LORE ( saber) . Depois o “K” foi substituído pelo “C”, formando a palavra FOLCLORE.
Para que uma atividade popular qualquer possa ser classificada como folclórica, é necessário: anonimato, aceitação coletiva, transmissão oral, tradicionalidade e funcionalidade. Toda manifestação folclórica não tem autor conhecido. Pela aceitação coletiva, o povo despersonaliza o autor, considerando a manifestação folclórica como sua.
A falta de meios de comunicação fez com que o povo conservasse através da transmissão oral, sua maneira de pensar, sentir e agir. Conservado durante muitos anos na boca do povo, é claro que o fato folclórico, obedece a uma tradição. Uma tradição dinâmica, que busca na lição vinda do passado, o que é preciso saber no presente.
Tudo que o povo faz tem a sua funcionalidade. Não aceita nem tampouco inventa nada sem uma razão de ser. Por exemplo, o canto, uma das expressões folclóricas mais comuns a todos os povos, é de uma funcionalidade a toda prova. Canta-se para rezar, para acalmar e adormecer as crianças, para ritmar e/ou tornar mais produtivo o trabalho, para festejar as colheitas, para enterrar os mortos...
Assim como quase todas as manifestações folclóricas, também a música nos acompanha em todo o ciclo de vida , do nascimento a morte.
MÚSICA FOLCLÓRICA
A música folclórica vive em função de uma tradição, e é elaborada por quem ignora por completo os aspectos teóricos da arte musical. Por esta razão, expande-se com toda naturalidade e possui uma aceitação coletiva.
Na música folclórica, deve-se considerar, além dos esquemas temáticos “ estrutura rítmica, harmonia e desenvolvimento melódico “ , a entonação da voz, a técnica da emissão, a posição do corpo do cantor e a referência ao número de pessoas que participam da execução. Privar a execução folclórica dos seus elementos constitutivos, equivale a destruir o valor da peça.
1 – MEIO PREFERENCIAL
Subsiste entre as coletividades rurais e urbanas, e se contrapõem à moda, à arte e às técnicas eruditas modernas.
2 – ORIGEM
Pode ser criação de um membro da coletividade, como também de origem externa. Importante é que as coletividades expressem e identifiquem essa música como sendo sua.
3 – CONCEPÇÃO
a ) improvisada de forma espontânea e aceita no momento da criação;
b ) improvisada, ensaiada e aceita;
c ) tradicional.
4 – DIVULGAÇÃO
Executada ou cantada, divulga-se por audição de um para outro membro da coletividade e, pode ou não,sofrer alterações fundamentais.
5 – GÊNERO
a ) Vocal – relacionado à poesia, versa sobre os mais variados assuntos.Geralmente a melodia vocal é livre, pairando sobre os instrumentos e obrigando-os a acompanhá-la ou caminhando com eles, sem qualquer relação muito acentuada. É silábica e nela é comum a voz em falsete e sons anasalados.
b ) Instrumental – acompanha a voz cantada, a dança, e é utilizado também para realizar pequenos prelúdios e interlúdios. Instrumentos: cordofones ( viola, rabeca e violão... ) , membranofones ( caixa,bumbo,tambor,pandeiros...) , idiofones ( reco-recos e chocalhos diversos ) , aerofones ( flautas,buzinas e apitos).
6 – FORMA
A vocal é mais comum e pode ser classificada em:
a ) Canto solista monódico. Exemplos: pregões, cantigas de ninar, modinhas, romances.
b ) Canto em fabordão, com a consonância de 3ª acima ou abaixo da voz principal. Exemplo: moda de viola.
c ) Canto em fabordão e côro.Exemplos: congada e folia de reis.
d ) Solo e côro. Exemplos: rodas infantis e recomendas de almas.
Apesar do “toque dos instrumentos”, não há propriamente formas instrumentais.
7 – ESTRUTURA
Geralmente as melodias são pequenas – 8 a 16 compassos. A linha melódica é descendente se faz a terminação na 3ª, na 5ª e na tônica, às vezes em harmonia de três, quatro, cinco e mais sons em fermata. Normalmente o compasso é binário e o modo Maior. O compasso ternário e o modo menor, são usados com mais freqüência nas Modinhas e Romances.
A viola de cinco cordas duplas ou de dez cordas, é o instrumento mais usado e acompanha o canto fazendo o rasqueado ( harmonias predominantes de tônica e dominante) e o ponteado ( contraponteando ou executando em uníssono a melodia vocal).
Para mostrar as suas habilidades, é comum o tocador de viola fazer improvisações. Os membranofones e idiofones contribuem para a riqueza rítmica e, muitas vezes resultam em uma polirritmia exuberante.
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