Amigos da Arte e Cultura

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Prêmio Erasmus 2010 - O futuro da música clássica européia

AMSTERDAM, 17 de dezembro /PRNewswire/ -- A Praemium Erasmianum Foundation (Amsterdam) concedeu o Erasmus Prize (Prêmio Erasmus) 2010 a José Antonio Abreu, fundador diretor do El Sistema (Venezuela).
O tema do Erasmus Prize 2010 é 'The Future of European Classical Music' (O Futuro da Música Clássica Europeia).

O Prêmio foi concedido ao Sr. Abreu em reconhecimento ao seu esforço para envolver grandes grupos de jovens em fazer música, dando a eles inspiração e um novo contexto social. El Sistema é a Rede Nacional de Orquestras de Jovens e Crianças da Venezuela. A organização, originalmente chamada de Ação Social para a Música, se tornou um fator importante no treinamento de músicos profissionais e é vital para o alcance de novas audiências para a música clássica em todo o mundo.

O Prêmio é concedido anualmente para uma pessoa que, dentro da tradição cultural européia, tenha feito uma contribuição particularmente importante para com a cultura, sociedade ou ciências sociais da Europa. O prêmio em dinheiro é de 150.000 euros.

A cerimônia de entrega do Prêmio será realizada no dia 7 de outubro de 2010 no Recital Hall do Concertgeubow em Amsterdam, Holanda. O Concertgebouw, Amsterdam, convidou a Orquestra de Jovens Teresa Carreno, que faz parte do El Sistema, para fazer um concerto no Main Hall do Concertgebouw, Amsterdam, e para criar um projeto educacional para esta ocasião.

http://www.erasmusprijs.org; http://www.fesnojiv.gob.ve/

FONTE Praemium Erasmianum Foundation
CONTATO: Dr. Max Sparreboom, Praemium Erasmianum Foundation, +31-20-6752753 +31-20-6752753, Fax: +31-20-6752231, spe@erasmusprijs.org/

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A Orquestra Jovem Teresa Carreño é formada com os melhores músicos do ensino médio da Venezuela, integrados ao “El Sistema” – Programa de mudança de vida através da música. Aqui conduzidos por Gustavo Dudamel, executam a Sinfonia No. 10 de Shostakovich - 2º movimento e Danzón 'Nº . 2 de Arturo Márquez.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

TEMPO DE AGRADECER E COMPARTILHAR

Vamos comemorar juntos ?




Hoje, com grande carinho, quero agradecer ao Terry Carlin por ter se lembrado desta data tão especial, através deste “Selo Comemorativo”. Eu me emocionei ao lembrar do primeiro dia em que, sem nenhum conhecimento técnico, me aventurei a ser “blogueira”. Estou muito feliz. Grandes amigos tenho encontrado nesta jornada e, jamais poderia imaginar que em um ano, este espaço poderia crescer tanto. Aqui tenho lançado os meus sentimentos em relação a vida, a arte e a cultura e, a minha colheita tem sido a amizade e participação de cada um.
Obrigada por ter vocês !
Saibam que vocês têm a mim e, por esta razão, da mesma forma que me foi oferecido, ofereço a cada um de vocês com muito carinho.
Que Deus nos proteja sempre!

Com muito carinho,

Raquel


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Gosto musical "define personalidade", diz estudo


LONDRES (Reuters) - Os fãs da música clássica e do jazz são criativos, os amantes do pop são pessoas que trabalham duro, e, apesar dos estereótipos, os ouvintes de heavy metal são tipos criativos gentis que sentem-se em paz consigo mesmos.É o que afirma o professor Adrian North, da universidade escocesa Heriot-Watt, que estuda os vínculos entre as personalidades das pessoas e o tipo de música que gostam de ouvir.

"As pessoas frequentemente definem seu senso de identidade por seu gosto musical, as roupas que vestem, pelo fato de frequentar determinados pubs e usar certos tipos de gíria", disse ele.

"Assim, não surpreende que a personalidade também guarde relação com os gostos musicais."

Em um estudo que, segundo North, é o maior já realizado sobre a personalidade e as preferências musicais de indivíduos, pesquisadores pediram a 36.518 pessoas de todo o mundo que classificassem suas preferências entre 104 estilos musicais, antes de fazer um teste de personalidade.

"Pesquisadores demonstram há décadas que os fãs do rock e do rap são rebeldes e que os amantes da ópera são pessoas ricas e bem instruídas", disse North.

"Mas esta é a primeira vez que uma pesquisa comprova vínculos entre tipos de personalidade e uma gama grande de estilos musicais."

O estudo concluiu que os fãs do jazz e da música erudita são criativos e têm boa auto-estima, embora os primeiros sejam mais extrovertidos e os segundos, mais tímidos.

Os fãs de música country e western foram classificados como pessoas trabalhadoras e tímidas, os fãs do rap, como extrovertidas, e os fãs da música indie têm baixa auto-estima e não são muito gentis.

As pessoas que curtem música soul podem se animar, já que a pesquisa concluiu que são criativas, extrovertidas, gentis, têm boa auto-estima e sentem-se à vontade com elas mesmas.

E, se você já se perguntou por que pessoas que dirigem carros esporte caros muitas vezes ouvem música em alto volume no carro, North pode ter a explicação.

Segundo ele, pessoas que optam por ouvir música agressiva e excitante têm mais probabilidade de ter bastante dinheiro, enquanto aquelas que curtem sons relaxantes tendem a ganhar menos.

North ainda procura voluntários para participar da pesquisa. Maiores informações podem ser encontradas no endereço www.peopleintomusic.com/.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

SONHOS DE ANO NOVO – UMA AVENTURA EM PARIS




| Por: Raquel Crusoé Loures de Macedo Meira

Começar de novo é sempre muito bom e, nada melhor que uma virada de ano para nos encher de boas intenções, de planos envoltos em fantasias, novos sonhos e de uma certeza absoluta de que tudo vai mudar.Assim somos nós, mensageiros da esperança eterna e eternos aprendizes da vida.

Nesta busca de emoção, por muito tempo alimentei uma fantasia de passar um Reveillon em Paris, afinal já havia vivenciado a chegada do ano novo não apenas em nossa querida Montes Claros, como também em várias capitais do meu país, tais como Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre, Brasília e São Paulo.

E assim, fui acalentando este sonho de tal forma que, na minha mente, imagens dos Champs-Elysées com os fogos de artifícios, do Arco do Triunfo e da Catedral de Notre Dame foram se materializando e, acreditem ou não, com trilha sonora de Debussy e efeitos especiais tal e qual nos filmes atuais de grande avanço tecnológico.

Convidei a minha família, ninguém aceitou, todos queriam partir para Buenos Aires, e foi então que decidi: sim, eu vou a Paris, vou transformar este sonho em realidade, com família ou sem família, eu vou!

Memórias, doces memórias...

Assim embarquei nesta aventura. Afortunadamente encontrei um grupo de amigos, umas dez pessoas que compartilhavam este desejo. Agência de Turismo, roteiro, roupas para inverno e, finalmente chegou o grande dia. Alguns nos esperariam em Belo Horizonte, outros, inclusive eu, iríamos em uma Van da Agência de Turismo até o aeroporto de Belo Horizonte. Foi aí que começou a verdadeira aventura.

Trinta minutos de viagem com uma chuva torrencial, não comum por estas bandas e, a tal corrente do motor da Van se quebra. Tentamos chamar a agência, mas nada funcionava. Estávamos em plena rodovia, parados no acostamento e o mundo desabando em água. Dentro da Van, os elegantes passageiros com destino a Paris desidratavam de fome, calor e sede. Tínhamos horário para chegarmos. Não podíamos perder o vôo. As sofisticadas roupas de griffe, aos poucos eram desfeitas para amenizar o “efeito estufa” no interior da “famosa” Van. Tragicômico, no mínimo!

Enquanto isto, o meu ex-marido, resolveu levar as crianças para um almoço em um conceituado restaurante no campo e, ao nos encontrar na rodovia, não pode acreditar. Afinal, havíamos nos despedidos há poucos minutos, com a alegria de quem vai para Paris e agora, o que ele via ? Um grupo cansado, esfomeado, mas bem humorado e cheio de esperanças de ainda chegar a tempo no aeroporto.Depois dos “primeiros socorros” ao estômago, ele providenciou o necessário para seguirmos viagem.

Agora, era a luta contra o tempo, mas haviam algumas paradas invitáveis onde situações interessantes ocorreram, como por exemplo, quando um integrante do grupo foi reconhecido e, no bate papo veio a pergunta natural de quem se encontra pela estrada: para onde você está viajando? E, ao ouvir a mais pura verdade como resposta: “estamos viajando para Paris”, o interlocutor mal pôde conter o riso ao responder: Paris ? Creio que vocês estão mais preparados para “Patis” (pequena cidade aqui do Norte de Minas Gerais).

A gargalhada foi geral. Pé na estrada, bom humor, esperança no coração e muita correria. Sentíamos o motorista como o próprio Airton Senna. Chegamos no último momento para o alívio dos companheiros que nos esperavam.

Vôo Belo Horizonte – São Paulo. Tempo suficiente para a metamorfose, afinal, éramos passageiros com destino a Paris, e assim nos apresentamos para o check-in internacional em São Paulo.

ENFIM PARIS

Depois de uma escala no Aeroporto de Schiphol em Amsterdam - Holanda, desembarcamos no Charles de Gaulle em Paris.

Ah Paris ! Sempre Paris, capital das capitais, Cidade-Luz. Descrever ? Impossível. Paris precisa ser vivida e esta vivência precisa de um conhecimento histórico-cultural muito intenso. Passeia-se pela história. Igrejas, praças, prédios, museus, torres, castelos, jardins e monumentos. Tudo por lá é impregnado de história, cultura e arte.

O Rio Sena divide a cidade em duas partes, a margem direita e a margem esquerda, sempre ligadas por inúmeras pontes. Paris, cidade das portas e pontes. Costumamos dizer que, para encontrarmos o ponto do nascimento de Paris, a antiga Lutécia, basta estar na Ilha da Cidade, de costas para a Catedral de Notre Dame.

Visitar e se emocionar com o Louvre, com a grande Ópera, Arco do Triunfo, Catedral de Notre Dame, Torre Eiffel, Montmartre, Lido, Moulin Rouge, Santa Capela, Túmulo de Napoleão, Quartier Latin, Sourbonne e com os mais de 8 000 restaurantes e bistrôs, preferencialmente acompanhados por um rouge ordinaire ou um blanc ordinaire (deliciosos vinhos triviais da casa) e participar, não mais em sonhos, mas de uma realidade ao vivo e a cores, da emocionante passagem de Ano em Paris na Avenida Champs-Elysées, próximos ao Arco do Triunfo, com uma garrafa de champagne na mão e assistir a queima de fogos, é sempre muito além de toda e qualquer expectativa.

É abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os desejos não precisam de razão, nem os sentimentos, de motivos.

Bonne année !
O Arco do Triunfo nos aguardando



Champs-Elysées


Hotel Sofitel

Lido


Quartier Latin
Moulin Rouge


Vivenciando Paris


Vale até uma guerra de neve



Catedral de Notre Dame


Em uma Estação de Metrô


Fim de noite - Hotel Sofitel - Paris

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