Amigos da Arte e Cultura

domingo, 21 de fevereiro de 2010

OBRIGADA AMIGOS !

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Queridos amigos !

Eu não poderia deixar passar em branco esse momento em que alcançamos a marca dos 1 000 amigos e leitores. Agradeço a Deus, nosso maior e melhor Amigo, por termos encontrado um ao outro.

Obrigada pela presença de vocês em nossa vida e nesta jornada em prol da Arte e Cultura. Por esta razão, para estarmos cada vez mais juntos, ofereço este Troféu Comemorativo para registrarmos este momento ímpar.

Ficarei muito feliz em vê-lo no espaço de cada um, espaço este que no dia a dia se transforma mais e mais em nosso.

Vocês valem Ouro !

Com muito carinho,

Raquel

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

SÉCULO XXI – MÚSICA CLÁSSICA E MULTIMÍDIA, UMA PRÁTICA NOTÁVEL


| Por: Raquel Crusoé Loures de Macedo Meira

A música clássica do século XXI, combina elementos de todos os estilos de música, independentemente de se tratar de "clássica" ou não. Existe um movimento crescente para o pós modernismo, poli-estilismo e ecletismo onde alguns elementos do século anterior foram mantidos.

Neste século, já não há uma diferenciação entre os diversos gêneros musicais, como "Pop", "Jazz", "Rock" e assim por diante. Gêneros e estilos diversos podem ser utilizados em qualquer composição.

A combinação de música clássica e multimídia é também uma prática notável no século atual. A internet e suas tecnologias relacionadas, são recursos importantes neste contexto. Em 2008, a Google convidou o compositor Tan Dun para compor a “Internet Symphony No. 1 – “Eroica”.

TAN DUN (1957 - )

O compositor e regente,conceitual e multifacetado Tan Dun, nasceu em Hunan, na China, mas atualmente reside em Nova York.

Após servir como plantador de arroz e artista da Ópera de Pequim durante a Revolução Cultural, estudou no Conservatório Central de Pequim, onde encontrou a música ocidental pela primeira vez, descobrindo uma gama de repertório do século XX , com a qual, não teve nenhum contato em seu país.

Na China, Tan Dun logo tornou-se o principal compositor do movimento “New Wave”, que adotava um novo pluralismo cultural nas artes desenvolvidas no início dos anos 80. Em 1986 se mudou para Nova York, depois de receber uma bolsa de estudos da Universidade de Columbia, onde completou seu Doutorado em Artes Musicais (1993).

Com um repertório inovador que abarca a música clássica, a multimídia e as tradições ocidentais e orientais, se tornou importantíssimo no cenário global da música.

Vencedor dos prêmios relevantes da atualidade, como por exemplo o Prêmio Grawemeyer para composição clássica, o Prêmio Grammy, o Prêmio da Academia (Oscar) e o prêmio de Compositor do Ano pelo Musical América —, a música de Tan Dun é tocada em todo o mundo por orquestras de renome, em casas operísticas, festivais internacionais, na televisão e no rádio.

Para maiores informações sobre Tan Dun, visite www.tandunonline.com



The London Symphony Orchestra
Tan Dun - Internet Symphony No. 1 "Eroica" – para o YouTube
Regência: Tan Dun

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

MÚSICA FOLCLÓRICA, POPULAR E ERUDITA

| Por : Raquel Crusoé Loures de Macedo Meira

FOLCLÓRICA

Elaborada por quem ignora por completo os aspectos teóricos da arte musical, a música folclórica vive em função de uma tradição e é concebida de maneira espontânea. Se expande com toda naturalidade, pois é aceita no momento da criação. Neste gênero, a música é o que importa,o autor geralmente cai no anonimato.

Claro que ela tem autor. Nada acontece do nada. Porém de tanto ouvir e cantar ao ser transmitida de forma oral, cada um se julga o dono. Se dissermos para alguém que a “Ciranda cirandinha” ou o “Atirei o pau no gato” é nossa, estaremos comprando uma grande briga. Cada um se sente o proprietário, pois afinal é um bem hereditário.

A música folclórica subsiste entre as coletividades rurais e urbanas e se contrapõe à moda, à arte e às técnicas eruditas modernas. Portanto, executada ou cantada, é divulgada por audição, de um para outro membro da coletividade e, pode ou não, sofrer alterações fundamentais, pois afinal, quem conta um conto, aumenta um ponto.

POPULAR

É também uma música do povo, porém a espontaneidade dá lugar a uma imposição. Por ser transmitida através dos meios de comunicação, quantas e quantas vezes nos damos conta de que cantarolamos inconscientemente uma canção que está na moda e em todos os canais da mídia?

Do Oiapoque ao Chuí, o povo sempre ouvirá exatamente as mesmas interpretações, portanto, não sofre alterações, a não ser por alguma dificuldade de audição ou memória musical do ouvinte,pois somos submetidos a uma verdadeira lavagem cerebral.

Ao contrário da música folclórica, a música popular atende a modismos. Hoje é uma música que está na boca do povo, amanhã, com certeza será outra. A mídia comanda e detém o poder. Em muitas situações o compositor ou o cantor, é mais importante que a própria música. Quantas vezes ouvimos alguém dizer: fulano lançou um novo CD, irei imediatamente comprá-lo, pois amo tudo que ele canta.

A música popular pode ser composta por quem entende de música ou não. Se não entende, geralmente o compositor procura alguém para fazer a partitura por ele.

Importante ressaltar que existem os chamados “clássicos da música popular”. São composições belíssimas que, apesar de sair da mídia, permanecem no coração e mente de muitos. Grandes cantores também, com os recursos das novas tecnologias, buscam estas maravilhas e as lançam novamente, em grande estilo, fazendo assim com que entrem novamente, com muito sucesso, no coração e no dia a dia das pessoas.

ERUDITA

Também conhecida como “música clássica”, é a música produzida ou enraizada nas tradições da música secular e liturgia ocidental, que vai aproximadamente do século IX até o presente.

No período clássico, ou classicismo, dentro da evolução histórica, se produziu a música pura, “música pela música” onde a razão predominava sobre a emoção e a busca de perfeição era uma constante, talvez daí a popularização do nome.O termo clássico que denomina um período, passa a denominar a música de todos os períodos da evolução histórica musical erudita.

A música erudita é escrita pelos eruditos, estudiosos da música, e divulgadas através das escolas, entidades,igrejas e família. Muitas pessoas dizem não gostar de música erudita ou clássica, simplesmente pelo desconhecimento. Somente podemos amar o que conhecemos e, infelizmente apenas uma minoria da população tem a oportunidade de vivenciar esta produção transmitida através da escrita. Um profundo respeito guardado às obras clássicas, têm implicações relevantes na interpretação musical. Espera-se, de uma forma razoável, que os intérpretes executem a obra de acordo com as intenções originais do compositor. Tais intenções são geralmente, pormenorizadas em detalhes, na própria partitura.

Na música clássica ou erudita, se utiliza inúmeras formas como o concerto, a sinfonia, a ópera a música de dança, a suite, o estudo,a sonata, o poema sinfônico entre muitos e muitos outros, tornando portanto imprescindível o estudo, o conhecimento e a academia para se tornar um compositor.Mas para ser um bom ouvinte e desfrutar das delícias que nos proporcionam, basta apenas a vivência.Como disse anteriormente, somente amamos o que conhecemos !

domingo, 7 de fevereiro de 2010

EMOÇÕES




Sentir renascido
faz muito sentido
à minha emoção.

Ver filho crescido
nos faz mais garrido
com muita razão.

Ser favorecido
com recém-nascido
é consagração.

Por Deus assistido
também por cupido
canta coração.


Raquel Crusoé Loures de Macedo Meira

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

CARNAVAL BRASIL




O carnaval brasileiro que é popular em todo o mundo, chegou ao Brasil através do entrudo português. No passado, durante o período anterior a quaresma, as pessoas jogavam uma nas outras, água , ovos e farinha

Estas manifestações simbolizavam a liberdade e, até hoje podemos constatar que o significado ainda é o mesmo, pois quando se pensa em carnaval,sempre se vem à mente, um momento privilegiado de encontros, alegria e liberdade total. A palavra "carnaval" vem do latim “carne levare” e significa "abstenção de carne".

Em meados do século XVII, o carnaval em nosso país se inspira nas festas carnavalescas de países como Itália e França. Nestes países, o carnaval acontecia em desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras, fantasias e, por esta razão, personagens como o Rei Momo, Colombina e Pierrot foram aqui também incorporados.

No final do século XIX e começo do XX, surgiram os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos cortejos de automóveis denominados "corsos". As pessoas decoravam os seus carros, se fantasiavam e desfilavam pelas ruas em grupos, dando origem assim aos famosos carros alegóricos, característicos das atuais escolas de samba.



No Rio de Janeiro e em várias outras cidades do Brasil, as escolas de samba fazem desfiles organizados, verdadeiras disputas com o objetivo de vencer como a melhor escola do ano, de acordo com uma série de quesitos.

Na região Nordeste do Brasil, o carnaval de rua manteve suas tradições originais. Em Recife e Olinda, as pessoas saem dançando pelas ruas durante o carnaval, com o frevo e o maracatu, enquanto em Salvador, as músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região, juntamente com os trios elétricos, fazem a festa.


CARNAVAL - RIO DE DE JANEIRO



CARNAVAL EM SALVADOR



CARNAVAL EM PERNAMBUCO - RECIFE E OLINDA

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

BEBÊ DE SONHOS


Emocionada,
Dancei ao som da brisa suave
Que foi a notícia da sua chegada...

Encantada,
Assisti o seu bailar mágico
No ventre da sua mamãe...

Serena,
Ao saber do quanto
Já é amado, querido e esperado...

Agradecida,
Pelo privilégio de ser vovó
E mais uma vez vivenciar o milagre da vida...

Sensibilizada,
Com a minha audácia
De, por você, me sentir poeta.

(Raquel Crusoé Loures de Macedo Meira - 02/02/2010)
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